.
.
77 Idéia: eu fotografei um louco, não um louco como B, que jura que é são e,
na verdade, é o mais louco dos loucos
fotografei um louco pacífico
derrotado pelo sistema=dinheiro
levei frutas para ele e nem isso ele quis
totalmente entregue=morto
não sei se mostro a foto agora
talvez não
uma pessoa é tão insignificante!!!!
e por acaso B, spin mandante, pertencente à raça humana não já matou mais de
30 mil e tudo como continua como está?
e por acaso alguém se importa com aqueles containers de carne humana=animal
indo=vindo do Iraque?
.
.
.
.
.
.
78 apesar de terem morrido mais de 30 mil pessoas por causa dele
este rapaz=negro do versículo anterior é meu filho
Idéia. Sei disso. Ele é meu irmão. Era=é um poeta. Veio do interior. Ele se
chocou diante do concreto=realidade. E escreveu uma carta pra sua mãe
contando da concretude=realidade.
Sol: quero descansar meus olhos mortos=acostumados a esta dor
Idéia: eu também. Ao sair, me deparei com enfeites de natal na porta dos meu
vizinhos em formato de coroas. Achei tão bonito! É natal=amizade. Isto é
bom.
Sol: cadê a foto do natal=nascimento?
Idéia: ainda não foram reveladas. Depois envio, quem sabe no princípio=fim?
Quem sabe, no versículo=momento 4900?
Quem sabe, eu envie imagens de um militares=limitares=civis=padres=bispos
massacrando=impedindo o outro, tipo assim que bom, o poder!!!!
Que bom a lei do mais forte!!!!
Tanta insanidade
Quantos mais imaginam-se são=sábios, mais ignorantes=doentes são
.
.
.
.
.
.
79 que sabe, alguém consiga enviar este email para B?
Não tenho os emails deles
quem sabe lendo estas palavras eles liguem o desconfiômetro=olho=ser?
Quem Sabe?
.
.
.
.
.
80 Música
Título: Quem Sabe?
Autoria: Antonio Carlos Gomes
Voz: Ney Matogrosso
.
.
.
.
Volte ao Spin Mensário
Dia 01 Dia 02 Dia 03 Dia 04 Dia 05 Dia 06 Dia 07 Dia 08 Dia 09 Dia 10Dia 11 Dia 12
Dia 13 Dia 14 Dia 15 Dia 16 Dia 17 Dia 18 Dia 19 Dia 20 Dia 21Dia 22 Dia 23 Dia 24
Dia 25 Dia 26 Dia 27 Dia 28 Dia 29 Dia 30 Dia 31 Dia 32 Dia 33 Dia 34 Dia 35 Dia 36
Dia 37 Dia 38 Dia 39 Dia 40 Dia 41 Dia 42 Dia 43 Dia 44 Dia 45 Dia 46 Dia 47 Dia 48
Dia 49 Dia 50 Dia 51 Dia 52 Dia 53 Dia 54 Dia 55 Dia 56 Dia 57 Dia 58 Dia 59Dia 60
Dia 61 Dia 62 Dia 63 Dia 64 Dia 65 Dia 66 Dia 67 Dia 68 Dia 69 Dia 70 Dia 71 Dia 72
Dia 73 Dia 74
Dia 13 Dia 14 Dia 15 Dia 16 Dia 17 Dia 18 Dia 19 Dia 20 Dia 21Dia 22 Dia 23 Dia 24
Dia 25 Dia 26 Dia 27 Dia 28 Dia 29 Dia 30 Dia 31 Dia 32 Dia 33 Dia 34 Dia 35 Dia 36
Dia 37 Dia 38 Dia 39 Dia 40 Dia 41 Dia 42 Dia 43 Dia 44 Dia 45 Dia 46 Dia 47 Dia 48
Dia 49 Dia 50 Dia 51 Dia 52 Dia 53 Dia 54 Dia 55 Dia 56 Dia 57 Dia 58 Dia 59Dia 60
Dia 61 Dia 62 Dia 63 Dia 64 Dia 65 Dia 66 Dia 67 Dia 68 Dia 69 Dia 70 Dia 71 Dia 72
Dia 73 Dia 74
segunda-feira, 11 de junho de 2012
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
A arte de transgredir (uma introdução a Roberto Piva)
João Silvério Trevisan
.
1.
A história pessoal do poeta Roberto Piva começa e gira em torno da cidade de São Paulo. Ele cresceu e formou-se entre a capital e as antigas fazendas do pai, no interior do Estado de São Paulo. Seus primeiros poemas foram publicados em 1961, quando tinha 23 anos. Nessa mesma época, integrou a famosa Antologia dos Novíssimos, de Massao Ohno, na qual se lançaram vários poetas brasileiros iniciantes, que depois desenvolveram uma obra poética de importância. Piva formou-se em sociologia. Sobreviveu em grande parte como professor de estudos sociais e história. Em suas aulas aos adolescentes do segundo grau, costumava trabalhar as matérias a partir de poemas que os fazia ler e interpretar. Foi um professor de muito sucesso, com rara vocação como pedagogo. Nos anos de 1970, tornou-se produtor de shows de rock. Piva mora em São Paulo, cidade que lhe parece apocalíptica, exemplo do que não deve ser feito contra o meio ambiente, mas que forneceu todo o pano de fundo para sua obra poética. Tem medo de avião.
Por isso, raramente se distanciou demais da capital, de onde foge sempre que pode, de ônibus ou carro, sobretudo para o litoral sul do estado de São Paulo, refugiando-se em casa de amigos na Ilha Comprida ou em pensões baratas de Iguape. É lá que realiza seus rituais xamânicos e entra em contato com seu animal xamânico, o gavião.
.
1.
A história pessoal do poeta Roberto Piva começa e gira em torno da cidade de São Paulo. Ele cresceu e formou-se entre a capital e as antigas fazendas do pai, no interior do Estado de São Paulo. Seus primeiros poemas foram publicados em 1961, quando tinha 23 anos. Nessa mesma época, integrou a famosa Antologia dos Novíssimos, de Massao Ohno, na qual se lançaram vários poetas brasileiros iniciantes, que depois desenvolveram uma obra poética de importância. Piva formou-se em sociologia. Sobreviveu em grande parte como professor de estudos sociais e história. Em suas aulas aos adolescentes do segundo grau, costumava trabalhar as matérias a partir de poemas que os fazia ler e interpretar. Foi um professor de muito sucesso, com rara vocação como pedagogo. Nos anos de 1970, tornou-se produtor de shows de rock. Piva mora em São Paulo, cidade que lhe parece apocalíptica, exemplo do que não deve ser feito contra o meio ambiente, mas que forneceu todo o pano de fundo para sua obra poética. Tem medo de avião.
Por isso, raramente se distanciou demais da capital, de onde foge sempre que pode, de ônibus ou carro, sobretudo para o litoral sul do estado de São Paulo, refugiando-se em casa de amigos na Ilha Comprida ou em pensões baratas de Iguape. É lá que realiza seus rituais xamânicos e entra em contato com seu animal xamânico, o gavião.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
A nova arte, segundo Tião Nunes
Por romério rômulo - no blog do Luis Nassif
nassif:
um pouco dos desdobramentos reais da arte, na coluna do tião nunes
.:: O TEMPO ::.
por Tião Nunes
Até a Idade Média, e antes da ascensão da burguesia, nenhum artista era mais importante que o cozinheiro, opinião, aliás, de muita sabedoria
Só no século XX e neste princípio do XXI o artista se tornou, de fato, um fora de série, se não pela obra, ao menos pela extravagância
Salvador Dalí percebeu, como ninguém até então, a importância da autopromoção, do valor
de “espantar a burguesia”
Aos poucos, e bem devagarinho, a preferência do artista pela exibição pessoal em oposição à obra começou a predominar
nassif:
um pouco dos desdobramentos reais da arte, na coluna do tião nunes
.:: O TEMPO ::.
por Tião Nunes
Até a Idade Média, e antes da ascensão da burguesia, nenhum artista era mais importante que o cozinheiro, opinião, aliás, de muita sabedoria
Só no século XX e neste princípio do XXI o artista se tornou, de fato, um fora de série, se não pela obra, ao menos pela extravagância
Salvador Dalí percebeu, como ninguém até então, a importância da autopromoção, do valor
de “espantar a burguesia”
Aos poucos, e bem devagarinho, a preferência do artista pela exibição pessoal em oposição à obra começou a predominar
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Presa de novo, pichadora da Bienal obriga mãe a maratona judicial
23/01/2009 - 13h25
Rodrigo Bertolotto
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Rosemari Pivetta da Motta já tinha comprado passagem de ônibus de Porto Alegre para São Paulo para fazer uma surpresa para a filha, Caroline. Mas uma nova detenção, agora por tentativa de furto, mudou o humor dela. "Não acredito que vou passar tudo de novo", disse à reportagem do UOL.
PRISÃO E ENTREVISTA
*
*
Pichadora foi levada para DP do Itaim Bibi
*
Rodrigo Bertolotto
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Rosemari Pivetta da Motta já tinha comprado passagem de ônibus de Porto Alegre para São Paulo para fazer uma surpresa para a filha, Caroline. Mas uma nova detenção, agora por tentativa de furto, mudou o humor dela. "Não acredito que vou passar tudo de novo", disse à reportagem do UOL.
PRISÃO E ENTREVISTA
*
*
Pichadora foi levada para DP do Itaim Bibi
*
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Idéia Sem Juizo
Isso
Não o Juizo Final mas o juizo de verdade
Chegou o que estava faltando
Juizo na minha cabeça
Onde eu estava para ter saído da linha
A lógica
Não o Juizo Final mas o juizo de verdade
Chegou o que estava faltando
Juizo na minha cabeça
Onde eu estava para ter saído da linha
A lógica
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)